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11 agosto 2017

Papo descontraído com Tom Adamz, autor da Duologia Viúva Negra

Oi, oi meus queridox. Tudo bem com vocês? Espero que sim, pois comigo tá tudo uma maravilha. Há um tempo fui anunciado como colaborador no Um Baixinho nos Livros. A proposta é de que eu entreviste alguns autores de forma descontraída e amigável. E eu não poderia começar de forma melhor, se não, entrevistando um cara que é um dos mais vendidos da Amazon. Sim, ele, O Tom Adamz. O rapazote começou no Wattpad e hoje já coleciona mais de cinco romances escritos e publicados na plataforma digital da Amazon, a Loja Kindle.

Então corre, vem conhecer melhor esse autor. Saca só como ele é um amor e muito talentoso.

UM POUCO SOBRE O AUTOR:

Rodolpho Sousa Toledo, mais conhecido como Tom Adamz. O autor atingiu a marca de dois milhões de leituras — com todas suas obras somadas —, na plataforma de auto publicação: Wattpad. Tom escreve desde os doze anos de idade, tendo escrito mais de cem livros, contos e crônicas até os dias de hoje. Atualmente mora em Goiânia – Goiás.

ANTES DA ENTREVISTA CONHEÇA ALGUMAS OBRAS DO AUTOR

Os romances acima estão disponíveis no WATTPAD do autor.


PRAZER, CARLOS DANIEL 
Carlos Daniel é um jovem empresário bem-sucedido, de extrema beleza e gênio forte. Por infortúnio do destino se envolveu em um grave acidente, levando a vítima a perder a memória; sem saída, o hospedou em sua casa.
Wallace, também chamado de Wall Viúva Negra, é o agente mais temido e respeitado do cenário nacional, tido como perspicaz, sedutor e mortal; alvo dado é alvo abatido. Contudo, isso não o livrou de se envolver em um acidente que o transformou em hospede de um dos maiores empresários do ramo farmacêutico do país.
Amor à primeira vista, desejo à segunda e dúvidas à terceira. Mesmo sem saber quem ele é e de onde veio, Carlos Daniel deixou-se levar pela primeira impressão e, agora, apaixonado, tem de lidar com as verdades que rodeiam o misterioso Wall Viúva Negra.
O que acontecerá quando a realidade vir à tona? O amor é capaz de superar um passado sanguinário? O que é verdade e o que é mentira? A viúva negra seria capaz de poupar o homem que o ama?

MENINOS, APENAS MENINOS
Jack & Adam prometeram ainda na infância que quando ficassem adultos, se casariam. Todavia, o destino não facilitou o sonho de ambos. Por conta dos negócios, os pais de Adam se mudaram do interior do Paraná para a capital do estado, distanciando-os. Dez anos depois surge a oportunidade de se reencontrarem. Os pais de Jack se mudam para Curitiba, firmando uma parceria de negócio com velhos amigos, os pais de Adam. Inevitavelmente os garotos se veem mais uma vez próximo à felicidade, mas tantos anos separados deu espaço para muitas mudanças. Aos poucos, Jack vai descobrindo que Adam é completamente diferente do que imaginou e a cada descoberta, uma nova decepção. O seu amado tinha até um amigo de foda, o tal Marcos, capitão do time de futebol. Uma revelação que o deixou sem chão.

Em meio ao conflito com Adam, Jack conhece Caleb que o encanta e o seduz em um momento de dor, tornando-se um amigo íntimo e complicando ainda mais as coisas entre eles. Mas o que mais chama a atenção de Jack é o fato de Caleb e Adam sentirem um ódio mortal um pelo outro e para desvendar o motivo de todo o problema, Jack recorre aos serviços de Jonathan, o sabe-tudo das redondezas, com quem vai contar para desmascarar o vilão desta história.

O que poder dar certo e o que pode dar errado? Será que após dez anos o amor segue batendo forte nos corações de Jack e Adam? Será que o sonho dos dois ainda é o mesmo?

Leia - Prazer, Carlos Daniel - e outros romances do Tom Adamz na Amazon.

Agora, depois dessa longuíssima apresentação do autor, vamos a entrevista. Sigam-me os bons.


ENTREVISTA COMPLETA

MARCOS WELL – Como você descobriu que queria ser escritor?

TOM ADAMZ: Sempre gostei de escrever, desde a infância. Até hoje tenho um caderno com manuscritos bem antigos. Como fui criado por vô e vó, era bem raro sair de casa, então a escrita tornou-se meu refúgio.

MW – Qual o primeiro livro que você escreveu e por quê decidiu publicá-lo?

TA: O primeiro livro que eu escrevi se chama “O Príncipe dos Céus”. Acabou que com o passar dos anos o adaptei e mudei o nome para “Pecado Divino”. No caso, esse ainda não foi publicado, pois é um livro muito complexo e necessita de muitas revisões e detalhes. O meu primeiro livro publicado é “Garotos Malvados”. Entrei na Amazon por acaso, quando minha amiga, Josiane Veiga, me convidou para ingressar na plataforma. Sempre escrevi por gostar, mas a ideia de poder ganhar algo fazendo o que gosto me pareceu muito atrativa.

MW – Por que livros eróticos vendem tanto?

TA: Romance erótico é a onda do momento, mas não é aquela onda que bate e some, é aquela onda que fica. A literatura, no geral, é um mercado dominado por mulheres. Com a mulher ganhando cada vez mais espaço e quebrando tabus, já não é mais “mal visto” ter romances com sexo. Antigamente e, infelizmente, ainda nos dias atuais, muitas mulheres eram/são julgadas por coisas mínimas, como: ser mãe solteira, se casar novamente, roupa curta. Então a ascensão dos eróticos está ligada a isso: a independência da mulher. A liberdade da mulher moderna. Eu também não acho prudente dizer que um livro só vende por ser erótico, pois, no meu ponto de vista, sexo é um adendo no livro, algo que se não estivesse ali, não faria falta.

MW – Ainda há preconceito em relação a romances homo afetivos?

TA: Nós, autores, estamos sempre antenados. Lá fora o mercado já é bem grande, no Brasil ainda é pequeno, mas vem crescendo aos poucos. Creio que seja por conta da religiosidade em demasia, por vezes nociva, sem falar a baixa educação do país, que consequentemente afeta as pessoas e as impede de entender as diferenças e os limites do respeito, assim como da liberdade, tomando o discurso religioso como um escudo, onde se usa e se diz qualquer coisa justificando-se na “palavra”.

MW – Existem muitos leitores gays no mercado?

TA: Como falei, o mercado é dominado por mulheres, leitoras mulheres. Dessa fatia, há uma pequena porcentagem de leitores homens, gays ou não. Eu acho esse detalhe interessante, muito interessante mesmo.

MW – Quais autores de romances gays você indicaria para os nossos leitores?

TA: R.B MUTTY, ANGELI PIETRO, W. S. ARYS, A.P. WILSON & JOSIANE VEIGA.

MW – Para você como é a pessoa mais completa do mundo?

TA: No meu conceito, não há uma pessoa completa. Nunca esperei achar alguém completo. Todos nós crescemos e aprendemos dia após dia e no fim da vida, ainda não teremos completado tudo que deveríamos; nem mesmo chegado perto. Contudo, uma pessoa completa no meu posto de vista, é uma pessoa compatível, aquela pessoa que mesmo nas brigas, te ama, conversa e te entende, assim como você também a entende.

MW – Como você definiria erotismo?

TA: Considero erotismo na literatura o que chamo de bônus: se não estiver ali, não faz falta. Quero dizer que um romance tem de ter história ou enredo, pois o sexo não deve ser esse enredo.

MW – Qual a diferença entre erotismo, pornografia e obscenidade para você?

TA: Erotismo é o que falei logo acima. Pornografia é uma história sem enredo, levada ao sexo. E obscenidade na literatura eu consideraria a romantização de crimes, sexuais ou não.

MW – Fale-nos como surgiu a ideia de escrever, Prostituto.

TA: Gosto de interligar as histórias, é uma mania. Então acabo pegando personagens secundários para outros livros. Bryan, protagonista de Prostituto é um ex-órfão presente no enredo de “Garotos Malvados”. Não há uma “ideia” por assim dizer, eu analiso e simplesmente escrevo o que vem à cabeça. Quando finalizei GM, eu já havia criado o cenário da casa de shows “Royal Boys Clube”, então eu só introduzi a nova história e o personagem nela, dando “sequência”.

MW – O que você acha sobre as plataformas de auto publicação como Amazon, Wattpad e Luvbook. Isso atrapalha nas vendas dos livros físicos ou é uma espécie de mola propulsora?

TA: Wattpad e Luvbook são plataformas gratuitas. Vejo ambas como medidores de popularidade, do que pode vir a fazer sucesso, contudo, a maior parte desse público está alheia a Amazon. Pode se dizer que em maioria são públicos diferentes. Elas não atrapalham nas vendas, de modo algum, pois como dito, são leitores diferentes. O ponto positivo é que há sim alguns leitores nessas plataformas que fazem parte de Amazon, então as plataformas gratuitas são como uma catapulta. De certa forma, ajudam sim o autor.

MW – O que é escrever para você?

TA: Escrever é minha válvula de escape. Quando estou estressado, nervoso ou com crises de ansiedade, escrevo. Não só isso. Eu tenho muitas ideias na cabeça, ideias se chocando o momento todo, então a escrita acaba aliviando isso. É bem comum ouvirmos os personagens gritar na nossa cabeça, pedindo por vida, por uma história, para se tornar algo.

MW – Como você definiria o ato de ser humano.

TA: Ser humano é ter humanidade, em todos os sentidos.

MW – Fale-nos sobre os seus Contos Homoeróticos. Como foi a repercussão deles na Amazon?

TA: As coletâneas e os contos tiveram uma boa recepção. Contos, no geral, são bons. São rápidos, tem histórias curtas e, por fim, sexo. É menos trabalhoso, menos rentável, mas é leitura de passar o tempo, não chega nem a ser entretenimento. Os autores costumam lançar contos quando demoram a lançar um novo romance, assim não deixam os leitores sem novidades.

MW – Faça-me uma pergunta.

TA: Você, sendo autor, qual sua maior ambição nessa tortuosa profissão?

MW – Você gostaria de deixar alguma mensagem para os leitores do Um Baixinho nos Livros?

TA: Quero agradecer a você e ao blog pela oportunidade e quero deixar um recado aos leitores e aos autores. Leitores, vocês são a luz da vida de um autor, vocês são quem nos mantém de pé e quem nos ampara nos momentos difíceis e goza conosco nos momentos de alegria. Obrigado pelo apoio! Autores, principalmente aos que estão começando; o caminho é difícil, é demorado, mas a vitória vem, ok? Humildade, mente aberta sempre ao aprendizado e aos leitores e, acima de tudo, não desistam dos seus sonhos!




Respondendo a pergunta do Tom. A minha maior ambição sendo autor é que aqueles que representam a nossa literatura nacional juntem-se, esquecendo de picuinhas ou rixas para propagar a nossa arte em conjunto, pois apesar dos pesares, nesse mercado há espaço para todos.

E aí, meus lindox, gostaram da entrevista? Deixem nos comentários o que acharam e se gostaram, adotem esse autor e leiam seus livros, ele é espetacular.

UM ABRAÇÃO EM TODOX VOCÊS.

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